sábado, 10 de dezembro de 2011

Governo debate industrialização e desenvolvimento no Litoral

Reunião do Colit com a presença de vários secretários estaduais

O desenvolvimento do Litoral conciliando a instalação de indústrias e a preservação do meio ambiente foi um dos principais temas da reunião do Conselho de Desenvolvimento Territorial do Litoral Paranaense (Colit), na última sexta-feira (9)  no Camboa Capela Hotel, no centro histórico de Antonina. 


O secretário estadual da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul, Ricardo Barros, apresentou as perspectivas industriais e comerciais para os municípios do Litoral. Barros apresentou os empreendimentos autorizados e em negociação com o governo Beto Richa para se instalar no Litoral, em especial aqueles ligados à indústria do pré-sal.

O secretário estadual do Meio Ambiente, Jonel Iurk, que preside o Conselho do Litoral, explica que o Governo do Estado trabalha em diferentes frentes para estabelecer políticas para o desenvolvimento organizado que respeitem a legislação ambiental. “É uma equação delicada, mas que está sendo construída com boa vontade de todas as partes”, diz ele.

PLANO ESTRATÉGICO – O Conselho também debateu os resultados preliminares do Plano Estratégico para o Desenvolvimento Territorial Sustentável do Litoral do Paraná. Criado pelo governador Beto Richa, o Plano está sendo desenvolvido por um grupo que reúne técnicos de seis secretarias: Meio Ambiente, Indústria e Comércio, Planejamento, Desenvolvimento Urbano, Infraestrutura e Logística e Turismo.

O secretário-executivo do Conselho, Marco Ziliotto, explica que nos últimos dois meses foram realizadas cerca de 20 reuniões para reunir dados e informações com o objetivo de consolidar diretrizes para o desenvolvimento sustentável do Litoral. “Estamos executando um plano para os próximos 10 anos. Uma visão de futuro analisando aspectos sociais, econômicos e ambientais”.

De acordo com Ziliotto, o documento foi apresentado e discutido com as prefeituras e a população das cidades litorâneas. “O documento será fruto de uma gestão participativa. Vamos aos municípios para ouvir sugestões e críticas para aprimorar a redação final”.

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